sábado, 6 de outubro de 2012

INTERLIGADO SER

Meu olhar disperso
Encontra-se nos versos
De densa saudade
Fugidia felicidade.
Janelas abertas
Da alma esperta
Exalam sutil emoção
Qual vento no turbilhão.
Ora contemplo o vazio
Ora na correnteza do rio
Navego sem rumo
Pela imensidão do mundo
Seja geográfico real
Ou microcósmico essencial
Como espaço e o tempo
Imensuráveis para o pensamento
É a energia da sensibilidade
Direcionando a liberdade.
Miscelânea de sensações
Nas escolhas e relações
Algumas profundas e marcantes
Laços com amigos e amantes.
Prisma: o que deveras importa
Na vida, são as trilhas e portas
Benfazejas de intersubjetividade
E integração com a biodiversidade...