Com proximidade a espreita.
Teu nome causa arrepio fino
Na imprevisível curva aberta.
Todos almejam muito viver
Mesmo sem perscrutar o porquê (?).
De no mundo estarem ai jogados
Até o dia de ‘ver’ os olhos fechados.
Não adianta tentar correr, fugir,
Riscos cabem enfrentar e a trilha seguir.
Deixar de viver seria deixar de arriscar.
O vento acaso sopra necrófagos eminentes
No arpejo de uivos e lumes fosforescentes,
A energia e o ar da vida vão até o fim chegar.
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